No final de 2025, o comitê liberou milhares de e-mails contendo os horrores praticados por bilionários, principalmente norte-americanos, e que, por sê-los, sentem-se à prova da lei. Os documentos incluem e-mails de 2011 a 2019, mensagens de texto de 2018-2019 (como as trocas com Steve Bannon) e registros que mencionam celebridades, como o ex-príncipe Andrew, Elon Musk e outros, com detalhes descritos como sórdidos sobre o esquema de exploração sexual, pedofilia e canibalismo. Atrocidades que, até agora, achávamos que somente Kronos, ou Lúcifer seriam capazes, como, por exemplo, comer bebê despedaçado.
É algo tão assustador, tão imoral e amoral que nos faz pensar, inicialmente, se tratar daquelas teorias da conspiração que vemos aos montes na internet. Mas é real. E praticado por uma elite que, por ter certeza de estar blindada do peso das leis - pelo fator dinheiro e poder -, subestima qualquer coisa. Esses e-mails revelam bilionários despidos de suas máscaras de gente séria, respeitável, religiosa, políticos das “boas causas”, empresários, “homens de bem”, revelando uma legião de demônios de carne e osso, que se deleitavam em festas nababescas, regadas a tudo o que de melhor existe no mundo para se comer e beber.
E nessas festas, inclusive, valia comprar meninas de 13 anos e estuprá-las. Um desses relatos conta que Trump penetrou o dedo na vagina de uma menina de 13 anos, virgem, para atestar a virgindade, assim como outros “poderosos”. Há relatos de bebês despedaçados, cujos bilionários (demônios na verdade), disputaram as partes mais saborosas, tal qual faziam os indígenas tupinambás, conforme relato do viajante alemão Hans Staden. É um filme de terror real... Incomoda ouvir, incomoda ler...
E quem tem disparado esses e-mails? Por incrível que pareça é o próprio EUA, órgãos oficiais dos Estados Unidos, o Congresso dos EUA (Comitê de Supervisão da Câmara). Parlamentares democratas e republicanos têm divulgado lotes de documentos. Há um interesse político – obviamente - de destruir Trump também -, mas isso não anula o terror dos arquivos Epstein. A diferença é que a oposição tem nas mãos um trunfo grande contra Trump.
O Tribunal do Distrito Sul de Nova York tem ordenado o deslacre e a liberação de lotes de documentos do processo Giuffre v. Maxwell ao longo de 2024 e 2025, que incluem arquivos do espólio de Epstein. Nisso vemos que o Congresso norte-americano é maior que Trump, pois o seu poder não é o bastante para conter o seu passado recente.
Os condenados e responsáveis diretos são: Jeffrey Epstein (financiador bilionário, condenado por crimes sexuais); Ghislaine Maxwell (cúmplice direta; condenada em 2021 por tráfico sexual de menores, uma espécie de cafetona).
São mencionadas, embora sem condenação judicial, figuras como: Donald Trump (citado em documentos, fotos e agendas); Bill Clinton (mencionado por voos no avião de Epstein); Steve Bannon (aparece em trocas de mensagens divulgadas); Alan Dershowitz (advogado; citado em acusações por Giuffre); Príncipe Andrew, (Duque de York, acusado por Giuffre; fez acordo civil milionário sem admitir culpa); Les Wexner (ex-patrão e principal financiador de Epstein); Elon Musk (citado em documentos); Glenn Dubin (investidor; mencionado por testemunhas); Mort Zuckerman (empresário e magnata da mídia); Bill Gates (confirmado encontro com Epstein após condenação de 2008; afirmou arrependimento). HÁ ATÉ UM INDIVÍDUO DAQUI DE NATAL QUE PRESTAVA SERVIÇO DE CAFETÃO PARA EPSTEIN, ENVIANDO JOVENS POTIGUARES PARA ESSES EVENTOS.
Muitos nomes aparecem, inclusive de Bolsonaro, Hilary Clinton e outros, inclusive outros brasileiros e brasileiras. E, a bem da verdade - ideologias políticas à parte -, ter o nome mencionado não significa ter relação com o filme de terror descrito acima. Epstein era um bilionário que se comunicava com o mundo, portanto muitos e-mails não revelam crimes nem atrocidades, mas jogos de poder, oportunismos políticos etc. Se cada pessoa mencionada comesse bebês, fosse pedófilo, estuprasse adolescentes, comprassem pessoas, estaríamos diante de um caos ainda pior.
Como acusadores e testemunhas centrais aparecem: Virginia Giuffre (principal denunciante); seus depoimentos fundamentam muitos documentos judiciais; Maria Farmer (uma das primeiras vítimas a denunciar Epstein ainda nos anos 1990) e Sarah Ransome (outra denunciante pública). Há até uma brasileira denunciante.
ONTEM À NOITE ESCREVI SOBRE OS ADOLESCENTES QUE MATARAM O CACHORRO ORELHA, CERTOS DE QUE ESTAVAM BLINDADOS PELO DINHEIRO DOS PAIS, POR SEREM ELITE E, NESSE PONTO, AMBAS HISTÓRIAS SE PARECEM, POIS O ESCÂNDALO EPSTEIN NÃO É APENAS SOBRE INDIVÍDUOS, MAS SOBRE: REDES DE PODER, BLINDAGEM INSTITUCIONAL, SILÊNCIO COMPRADO, E A DIFICULDADE HISTÓRICA DE RESPONSABILIZAR ELITES, MESMO QUE ELA TENHA PRATICADO ATROCIDADES.
Muitos nomes nunca foram julgados. Alguns nunca serão. Mas o volume de conexões revela algo estrutural, um sistema onde proximidade com o poder funciona como escudo moral e jurídico. ISSO É TÃO ASSUSTADOR COMO MATAR UM VIRA LATAS DE TANTO TORTURÁ-LO COMO COMER BEBÊS DESPEDAÇADOS, COMPRAR ADOLESCENTES PARA ESTUPRAR E PRATICAR PEDOFILIA...
Ah! Já ia me esquecendo... TODOS OS ENVOLVIDOS NO FILME DE TERROR SE DIZEM INOCENTES... rssss


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