Muito tempo depois fiz uma visita e novamente não vi o livro, o qual deveria ficar junto com os que ficam expostos. Fiz uma segunda visita, muito depois e nada de ver o livro. Então entrei em contato com Raimundo Melo e mandei o documento que recebi quando fiz a doação. Ele respondeu-me que o papel que eu assinei não fazia parte dos documentos oficiais do Museu, que tinha sido criado à sua revelia, que, inclusive desconhecia que eu havia doado um livro, pois outra pessoa se passava por autora da doação do citado meu livro, que, inclusive ele chegou a ver (vide postagem).
Foi uma das maiores surpresas que já tive, pois a gente confia e de repente tem uma decepção dessa. E não deixei por menos, afinal era algo de uma gravidade ímpar (tenho todos esses documentos muito bem guardados para mostrar para quem quiser ver, pois é um tipo de coisa que revela e esclarece muito sobre atores sociais).
Há pessoas que esquecem que foram servidas e que beberam muita da fonte, depois, por razões escusas, passaram a teatralizar fatos, tentando mudar a verdade. Mas como se diz, contra fatos não há argumentos por mais que se tente usar de artimanhas. O senhor Raimundo Melo, por sua decência, não seria insano de produzir um documento escrito com mentiras.
Mas, voltando ao assunto do Museu em si. No meu entendimento esse importante instrumento deve ser muito bem zelado por seu povo e ter todo o apoio dos gestores de Nísia Floresta, pois conta a história daquela que levou o nome desse pequeno torrão aos quatro cantos do mundo e pensou adiante do tempo. Todos querem saber quem foi Nísia Floresta - principalmente o turista - e o Museu nos dá um bom subsídio.
Particularmente não aprovei terem associado o nome de Nísia Floresta a uma inimiga gratuita que apareceu-lhe depois de morta e passou a vida inteira denegrindo-a, sem sequer tê-la conhecido em vida. Essa foi Isabel Gondim.
Por ironia, escolheram como sede um prédio que muitos anos atrás, a família Gondim o adquiriu de um grande fazendeiro local e nele fez morada a dita conterrânea de Nísia Floresta. Mas, excetuando isso, o Museu é digno do respeito de todos e fica a sugestão para as autoridades nisiflorestenses investirem nele e apoiarem o seu idealizador e criador.
E, retomando a questão da data tríade, é importante que os nativos reflitam sobre o que escreveu Nísia Floresta e se as suas ideias de justiça, ética, respeito e civilidade são bens gozados por seu povo.
Foi uma das maiores surpresas que já tive, pois a gente confia e de repente tem uma decepção dessa. E não deixei por menos, afinal era algo de uma gravidade ímpar (tenho todos esses documentos muito bem guardados para mostrar para quem quiser ver, pois é um tipo de coisa que revela e esclarece muito sobre atores sociais).
Há pessoas que esquecem que foram servidas e que beberam muita da fonte, depois, por razões escusas, passaram a teatralizar fatos, tentando mudar a verdade. Mas como se diz, contra fatos não há argumentos por mais que se tente usar de artimanhas. O senhor Raimundo Melo, por sua decência, não seria insano de produzir um documento escrito com mentiras.
Mas, voltando ao assunto do Museu em si. No meu entendimento esse importante instrumento deve ser muito bem zelado por seu povo e ter todo o apoio dos gestores de Nísia Floresta, pois conta a história daquela que levou o nome desse pequeno torrão aos quatro cantos do mundo e pensou adiante do tempo. Todos querem saber quem foi Nísia Floresta - principalmente o turista - e o Museu nos dá um bom subsídio.
Particularmente não aprovei terem associado o nome de Nísia Floresta a uma inimiga gratuita que apareceu-lhe depois de morta e passou a vida inteira denegrindo-a, sem sequer tê-la conhecido em vida. Essa foi Isabel Gondim.
Por ironia, escolheram como sede um prédio que muitos anos atrás, a família Gondim o adquiriu de um grande fazendeiro local e nele fez morada a dita conterrânea de Nísia Floresta. Mas, excetuando isso, o Museu é digno do respeito de todos e fica a sugestão para as autoridades nisiflorestenses investirem nele e apoiarem o seu idealizador e criador.
E, retomando a questão da data tríade, é importante que os nativos reflitam sobre o que escreveu Nísia Floresta e se as suas ideias de justiça, ética, respeito e civilidade são bens gozados por seu povo.

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